sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Produção do vídeo

Bom, o que eu posso dizer da produção do vídeo é pouca coisa, pois só encontrei com as meninas um dia na faced. Depois tentava manter contato pela net, devido ao fato de achar que essa comunicação seria assim. As vezes não tinha o retorno e acabei ficando acomodada.Mas, valeu!
Parabéns a todas, ela dedicação e força de vontade!

Avaliação 04/12

No último dia de aula, foi feito uma auto avaliação. Todos fariam um relato da aprendizagem na disciplina. Bom, tenho consciência que poderia participar ativamente, no entanto contribui pouco. Espero que continue esse diálogo através da net. Apesar de estar ai todos os dias moro distante.Bjs,

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Seminário 20/11

O seminário sobre a internet foi enriquecedor, pois foram discutidos vários aspectos desde a história da net atá os perigos da internet. Só imagina a participação dos pais, alunos no apresentação. Para que pudessem desfrutar de conteúdos tão importante na educação das novas tecnologias. Além disso, foi apresentado o seminário de impressos, que possibilitou um conceito amplo e a importancia que tecnologia não é substituiveis e aprimoradas. Bom, tem muita coisa para ser ditas e espero não para por aqui.

Artigo

Artigo


TV Digital : Por uma implantação do modelo brasileiro.


Elenilda de Azevedo Silva

Introdução


A televisão é um agente socializador e formador de opinião. Desse modo, é um dos mais importantes meios de difusão de informações e entretenimento da humanidade. Assim, a TV é um veículo que transforma, que educa e, portanto, torna-se um mediador do saber dentro da realidade brasileira. Além disso, é um espaço público, ou seja, qualquer problema da tv é um problema da sociedade.

Assim, com a implantação da TV Digital no Brasil, surgem questões que não estão claras para especialistas, pesquisadores e outros segmentos da sociedade em geral. Uma das questões é: Por que o governo adotou o modelo de tv digital japonês, ao invés do modelo brasileiro? O que se tem divulgado por pesquisadores é que o modelo de TV Digital brasileiro supera tecnologicamente o modelo estrangeiro. Portanto, o objetivo desse artigo é discutir sobre a proposta inicial do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital) e, apontar as vantagens que o modelo de tv digital brasileiro oferece para a sociedade, pois atende às deficiências e demandas específicas do Brasil, e desvantagens da adoção do modelo estrangeiro.

Sobre a TV Digital

A TV Digital permite fazer uma coisa que os computadores já fazem, que é tratar indistintamente os dados. No computador pode-se ver filme, escutar um rádio ou editar um texto. Assim, no computador uma foto, um vídeo ou uma música são a mesma coisa, números. Antes uma coisa era rádio, outra era tv, outra era transmissão de dados, agora tudo é dígito. (Gindre, 2006).

Dessa forma, a televisão digital produz digitalmente e transmite também digitalmente. Portanto, a televisão digital permite que se coloque transmissão de dados na tv, e ela pode passar a ser interativa com um canal de retorno, que é a própria televisão.

No mundo, existem atualmente três tipos de TV Digital, sendo um produzido nos Estados Unidos, outro no Japão e um terceiro na União Européia. No Brasil, foi desenvolvida sua própria tecnologia para TV Digital, com o objetivo de ter um padrão mais adequado à realidade brasileira.

Contudo, em 2006 (ano da copa do mundo), o governo oficializou a escolha pelo padrão de modulação japonês ISDB – (Integrated Services Digital). Este modelo tem programas em alta definição (HDTV) e transmite sinais não só para tv tradicionais, mas para celulares e demais equipamentos móveis. Vale ressaltar que o acordo com o Japão é muito antigo, vem da época de Fernando Henrique Cardoso. Sabemos que o acordo feito com o Japão favorece as características do capitalismo contemporâneo, que busca a maior liberdade dos agentes privados, marcadas pela concentração da propriedade, e pela submissão do estado às exigências do capital internacional.

“O Brasil, historicamente, resolve seus problemas apelando para soluções externas e copiando modelos estrangeiros.” (Mota, 2006). Diante desse fato, podemos dizer que o país tem que ter autonomia, ter independência para produzir sua própria tecnologia. O nosso país tem recursos tecnológico e econômico para ser produtor e exportador, no entanto, o governo opta pelo padrão estrangeiro. Sabemos que essa decisão agrava ainda mais as desigualdades sociais, pois o modelo de TV Digital japonês beneficia um pequeno grupo da sociedade brasileira. E assim, podemos afirmar que usando o que já existe no mercado internacional colocamos mais uma vez o país subordinado aos imperativos estrangeiros.

O Sistema Brasileiro de Tv Digital (SBTVD)

A proposta inicial do SBTVD (Sistema Brasileiro de Tv Digital), baseava-se em princípios como a democratização das comunicações, a promoção da diversidade cultural, a inclusão social, o desenvolvimento da ciência e indústria nacionais (conforme o Decreto Presidencial 4.901).

“Assim, adotar o sistema brasileiro de TV Digital seria ideal, uma vez que foram trabalhadas todas as possibilidades de adequações as realidades brasileiras e tem a mesma qualidade do japonês (ISDB).” (Cabral, 2006). O modelo brasileiro desenvolveu um sistema que permitia que tanto o cidadão que mora numa casa simples, como aquele que mora numa mansão tivesse acesso à rede mundial a partir do sinal de tevê aberta. Nesse sentido, seria um modelo concebido diante das condições brasileiras e que favorecesse os objetivos do país, tendo em vista o perfil de renda da população e as novas possibilidades abertas, através da interatividade.

Portanto, percebemos que essas características atendem as condições necessárias para o país, pois garantem que um número significativo da população tenha acesso a essa tecnologia. Da mesma forma, os outros modelos (europeu, japonês e americano) são concebidos de acordo com as condições e peculiaridades de cada país.

Nas pesquisas realizadas pelas universidades brasileiras, foi organizado um sistema inteiramente novo no mundo, o que abriria a perspectiva de transformar o país num fornecedor mundial de tecnologia, sobretudo àqueles países com características semelhantes as do Brasil. Contudo, o governo não considerou toda pesquisa e conhecimento que foi produzido e demonstrou o comprometimento com as empresas de radiodifusão – em especial a Rede Globo – as que defendem o modelo japonês.

Isso significa dizer que os empresários das grandes mídias buscam o controle da tv digital no país. Desse modo, as grandes emissoras mantêm-se como responsáveis por todas as atividades, como fazem na tv aberta, ou seja, não é necessário mudar nada. A intenção das grandes empresas é garantir o monopólio, sem levar em conta os interesses da sociedade.

Dessa forma, a sociedade brasileira perde a oportunidade de se tornar um grande produtor mundial de conteúdo audiovisual multimídia. Também perde a oportunidade de oferecer novos espaços de trabalho, pois adotar tecnologias dominadas por técnicos brasileiros, baseados em Software livre, adotando padrões e mecanismos que possibilitem a criação e reprodução desses conteúdos, abre novos nichos de trabalho para brasileiros. Vale ressaltar que boa parte do ISDB (modelo japonês) é feita com Software proprietário da Microsoft. Contudo, hoje sabemos a importância do Software Livre para o desenvolvimento tecnológico do país. Isso significa a liberdade que usuários têm de executar, modificar o programa sem ter que pedir permissão ao programador.

O Brasil já tem pronto o middleware brasileiro de software intermediário, que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a tv digital. Além disso, “o middleware brasileiro é o único do mundo que permite SDTV (Super Definiton Television, sistema Standard), ou seja, oferecer no mesmo canal várias programações (multiprogramção)”.(Filho, 2007). Segundo notícias na imprensa, as pesquisas brasileiras serão incorporadas em segundo momento. De acordo os pesquisadores, o governo ainda não apresentou justificativa que aponte o ISDB como a melhor opção para o Brasil. Portanto, fica claro que a prioridade é o atendimento dos interesses privados.

Considerações finais

Assim, com a adoção do modelo japonês, a tv digital corre o risco de se tornar acessível apenas a uma pequena parcela da população. Desse modo, continua tudo como está não muda nada. Por outro lado, com o modelo de tv digital brasileiro alcançaríamos de forma abrangente, a inclusão digital e, conseqüentemente, a inclusão social, pois para essa abrangência é necessário utilizar a televisão aberta (terrestre), que é a maioria nos domicílios brasileiros, com baixos custos. Sabemos que isso significa provocar mudanças sociais, ajudando a sociedade a evoluir sem ser só mais uma rede de televisão.

Portanto, o modelo de tv digital brasileira seria uma oportunidade única para promover a diversidade cultural, fortalecer a democracia, desenvolver a ciência e tecnologia nacional e a inclusão social. Isso significa cumprir com a proposta inicial do SBTVD, levando em consideração os interesses da sociedade brasileira.


Referências:

CABRAL, Eula D. Taveira. Implantação de TV Digital no Brasil exige transparência. Ed. Sete Pontos. n.33 março de 2006.< http://www.comunicacao.pro.br/setepontos/33tvdigmodelo.htm>. Acessado em 14 de nov.de 2007.

FILHO, André B. TV Digital: O que a gente tem a ver com isso? 21 de Novembro de 2005. Disponível em. < option="com_contnt&task="99">. Acessado em 14 de nov.de 2007.

GINDRE. B. Perguntas e Respostas sobre a TV Digital. <> Acessado em 14 de nov.de 2007.

LEMOS, André. Cibercultura. Facom. Será?. Sobre a TV Digital. 30 de jun de 2006.<>. Acessado em 30 de out. de 2007.

MOTA, Regina. Uma questão de autonomia.<> Acessado em 14 de nov.de 2007.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Políticas públicas

Um dos onceito de políticas públicas se refere um conjunto de ações e normas governamentais.

Logo em seguida foi exposto o texto de Bonilla sobre sociedade e informação: democratizar o quê? que relata alguns topicos do livro verde.Fica evidente a questão do mercado, através da globalização.Onde segundo Bonilla, é a universalização do acesso às tecnologias de informação e comunicação que vai oferecer a infra-estrutura necessária à informatização e ao desenvolvimento da economia, o que trará, como conseqüência natural dessa visão de mundo, o desenvolvimento da sociedade como um todo, não sendo, portanto, prioritário investir em questões sociais.

Outras quetões públicas foram abordadas no âmbito educacional tais como a tv escola, mídia na escoal,etc. A discussão sobre a tv digital foi polêmica, pois muitas perguntas sem respostas. Como será o serviço, quem terá acesso, quanto custará??????

Para concluir assistimos o filme Quanto vale ou é por quilo?
Que abordou vários fatores sociais, discriminação; exploração do trabalho; preconceito; relação de poder; desigualdade social; tecnologia,religião, falsa solidariedades etc. O filme é muito rico, detalhista, com vários conteudos para serem analisados. Desse modo, passa uma cronologia de exploração, interesses de grupos que se promovem atraves das relações desenvolvidas entre "pessoa boas" e os explorados.

Desse modo, abordas as ações realizadas por entidades, Ongs, Estado, no entanto se questionam os gastos, despesas dessas organizações e o filme nos faz refletir do quanto é gasto e quanto poderia ser investido nas crianças. Assim, o que visa ser o social transforma-se em investimentos, em empresas.
No final das contas o que é abordado é o consumo, mercado, exploração, lucro.



Seminário 06/11

No seminário sobre a tv e vídeo, foi exposto que a tv tem função de formadora

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Seminário

Nesta aula a equipe de tv e vídeo organizou apresentação do seminário. Além disso, foi realizada pesquisa em alguns site, que geram muitas duvidas, questionamento reformulando a apresentaçã. Uma constante negociação, construção, reconstrução de como estruturar o trabalho. Desse modo, a aula não está restrita a este momento será necessário mais comunicação, integração da equipe no moodle, discussão em grupo.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Trabalhando com conceitos

A partir dos conceitos compartilhados no grupo, percebe-se que os conceitos estão interligados, pois um conceito complementa o outro conceito. Vale ressaltar também que alguns conceitos são complexos como no caso da interatividade que não é a mesma da definição de interação. O autor Alex Primo na entrevista diz que prefere usar em vez a interatividade usa-se a interação mediada pelo computador. O importante é estudar o que acontece entre e não nos pólos.
Portanto, a análise dos conceitos remete a perceber que as definições modificam--se a partir que se constroi/ reconstroi os conceitos. Pois, ocorre uma dinâmica nas relações sociais no âmbito da comunicação, e nas trocas de informações.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Conceitos

A discussão dos conceitos de cibercultura, ciberspaço, comunidade virtual... trouxem uma reflexão significativa das que são divulgadas na "mídia". Pois, possibilitou uma compreensão das definições e ao mesmo tempo a interligação que ocorre nos conceitos da tecnologia contemporânea.

Um dos conceito que me chamou mais atenção foi o virtual, devido a definição ser tão complexa pelo fato de termos já na nossa bagagem um idéia formulada pela "média".

A partir das análises e discussão foi possível estabelecer as relações e assimilar esses conceitos que fazem parte do mundo contemporâneo.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Ciberespaço

O que é ciberespaço?

Origem: Wikipédia

Ciberespaço é o espaço das comunicações por rede de computador. Sua comunicação acontece de forma virtual. Faz uso dos meio de comunicação modernos, destacando-se entre eles a internet. Termo inventado por William Gibson no seu romance Neuromancer utilizado para descrever o mundo dos computadores ligados através da internet e toda sociedade de informação.

Definido como “o espaço físico e abstrato onde ocorre a comunicação em rede entre seres humanos, dados e sistemas elétricos, eletrônicos, mecânicos“.

o ciberespaço é constituído pelo conjunto das ferramentas de comunicação eletrônica atual, e abrange, além da Internet, redes de computadores menores ou privadas, sistemas telefônicos e outros sistemas e dispositivos de comunicação que permitam a comunicação em rede e se integrem aos outros sistemas.

O ciberespaço é um vetor de abertura das formações e de valorização das formas autônomas de aprendizagem.

Será que este é o sinal do fim do professor e da chegada do "pronto para aprender"?
É inegável que o ciberespaço propõe à escola uma diversificação de suas práticas pedagógicas. A internet abre uma porta para a renovação pedagógica e convida a refletir sobre as praticas. Também questiona sobre as concepções de ensino e aprendizagem.
O professor deve repensar a sala de aula como um espaço que não seja fechado e isolado do mundo.
Na era do ciberespaço, é urgente refletir sobre o papel do pedagogo e inventar novas modalidades de mediação do conhecimento.

http://www.cybertv.blog.br/ciberespaco-historia-e-definicoes-semanticas/

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Aula 4

Hoje a aula foi supreendente, pois não sabia como se dava a produção de videos, radios...Espero ter um aprofundamento ...

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Reflexão da aula 03

A partir dos videos assistidos em sala de aula, do texto de Bonilla: A práxis pedagógica ...Percebe-se a importância de refletirmos sobre a concepção da educação na sociedade contemporanea. Desse modo, a partir dos temas discutidos em grupo sobre o multiculturalismo, diversidade, percebemos que a comunidade escolar precisa refletir, repensar a sua função social. Vivemos em uma sociedade em constante mudança e a escola não pode ficar a margem da sociedade. A escola ainda está presa a modernidade, enquanto que vivemos a contemporanedade. Portanto, é necessári

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Aula 2

O uso das tecnologias no ambiente escolar levanta questionamentos e resistências por parte da comunidade escolar. No entanto, os educadores precisam conhecer o uso das novas tecnologias para que seus alunos sejam incluindos na sociedade contemporanea. Estamos na sociedade do conhecimento temos que nos apropriar de vários tipos de saberes.

Apresentação

O objetivo desse blogger é proporcionar trocas de idéias, reflexões sobre as temáticas discutidas em grupo no decorrer do curso Edc 287.